A FENTAC participou, nesta quarta-feira, 18 de março, de uma reunião estratégica na sede do Sindicato Nacional dos Aeronautas com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França. O encontro reuniu lideranças de trabalhadores e empregadores de setores vitais para a economia, como turismo, bares e hotelaria, para discutir os rumos do país e os desafios da aviação civil.
Durante o debate, um dado alarmante foi destacado: apenas 1% dos CPFs brasileiros utilizam o transporte aéreo regularmente. Este cenário reforça a urgência de políticas públicas que democratizem o acesso aos voos no Brasil. Além do alto custo das passagens, o grupo identificou barreiras psicossociais e tecnológicas, como o receio de parte da população em lidar com a complexidade e a tecnologia dos grandes complexos aeroportuários.
A FENTAC aproveitou a oportunidade para reforçar que o futuro do setor aéreo está intrinsecamente ligado à estabilidade política e ao crescimento econômico do Brasil. Por isso, a Federação tem ampliado suas fronteiras de diálogo, conversando não apenas com o Ministério de Portos e Aeroportos, mas com diversas pastas do Governo Federal.
“Para que o setor decole de verdade, é preciso vontade e decisão política. Se houver essa decisão, as soluções aparecem e os recursos são viabilizados”, afirmou Paulo Alexandre, presidente da FENTAC.
A Federação também acompanhou discussões sobre o cenário político-eleitoral de 2026, entendendo que a previsibilidade institucional é fundamental para garantir um “céu de brigadeiro” — um ambiente próspero e otimista — para os trabalhadores e para todos os brasileiros que dependem da aviação.





