Para Sina, mudança na inspeção de passageiros nos aeroportos não teve devido planejamento

Em entrevista à Folha, o dirigente do Sindicato, Célio Barros, conta que a notificação foi em cima da hora

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A alteração das regras de inspeção de passageiros em voos domésticos, implantada na segunda (18), pegou os representantes dos trabalhadores nos aeroportos brasileiros “de surpresa”.  A mudança, que vale para voos nacionais e internacionais em todos os aeroportos brasileiros, gerou longas filas nos terminais e mostra 

Em entrevista ao  Jornal Folha de S.Paulo, o dirigente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), Célio Barros, disse que não houve notificação prévia. "Era uma discussão que ocorria há duas semanas, mas a data mesmo só soubemos há três dias", relata.

Para o dirigente, os novos procedimentos de segurança deveriam ser adotados inicialmente em um único aeroporto do país para depois ser ampliado. “Desta forma, seria possível detectar as falhas”, argumenta.

Além disso, Barros pontuou que o processo deveria ainda vir acompanhado de uma campanha de educação do passageiro, para que as mudanças pudessem ser assimiladas, evitando transtornos maiores. “Com maior compreensão das regras de segurança aeroportuária, os passageiros cooperam mais na hora do embarque”, destaca.