Jornada de Lutas: CUT convoca trabalhadores, militantes e dirigentes de todo o País para participar das ações

Confira as atividades com prioridade imediata para a Central

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A CUT conclama as trabalhadoras e os trabalhadores, militantes e dirigentes de todo o País para uma grande Jornada de Lutas contra a retirada de direitos, a ameaça de desemprego, em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da Petrobras, da Reforma Política e do nosso modelo de desenvolvimento, de sociedade e Estado, com inclusão social e valorização do trabalho, expressos na Plataforma Central.

Até o 1º de maio, ocuparemos as estradas, ruas, praças, escolas, hospitais, fábricas, na cidade e no campo, e também o Congresso Nacional com amplas mobilizações, para que nossa palavra de ordem chegue a todos os locais de trabalho e ecoe por todo o país: “Direitos devem ser ampliados, nunca diminuídos”.

Nesse período deveremos priorizar as seguintes ações:

1ª) Manifestações em frente às DRTs – 2 de março

 Organizar as manifestações em frente às Superintendências Regionais do Trabalho (DRTs), no próximo dia 2 de março, nas capitais em conjunto com as demais Centrais Sindicais, por empregos e direitos. Nossa luta é contra medidas que retiram e dificultam o acesso da classe trabalhadora a direitos econômicos e sociais. É também uma luta contra as demissões imotivadas e contra a elevada rotatividade do trabalho em diversos setores.

2ª) Ato Nacional em defesa da Petrobras, dos Direitos e da Reforma Política – 13 de março

 Toda nossa atenção e empenho deverão estar voltados para a realização, no dia 13 de março, do Ato Nacional em defesa da Petrobras, dos Direitos e da Reforma Política. Esse ato assume uma importância crucial na atual conjuntura. Esses atos, promovidos pela CUT, em conjunto com a FUP e Movimentos Sociais deverão ser feitos em todo o país (em especial nas capitais).

No centro de nossas mobilizações, orientando nossas bases, deve estar a Resolução da Executiva da CUT de 10 de fevereiro de 2015: A CUT reafirma sua posição contrária às MPs 664 e 665 e defende uma proposta de política tributária que taxe os ricos, não os/as trabalhadores/as. A Petrobras é nossa, pertence ao povo brasileiro. Foi conquistada na luta e será defendida na luta. Jamais aceitaremos sua privatização. Seus recursos devem ser aplicados no desenvolvimento do país, em especial na educação. Corrupção se combate com Reforma Política e esta se faz através de uma Constituinte Exclusiva e Soberana em relação ao poder econômico, aos partidos e ao governo.

Manteremos também vigilância no Congresso Nacional para impedir que nossos direitos sejam retirados, com especial atenção ao PL4330 da terceirização. Pressionaremos para que o governo nos ouça e atenda nossas reivindicações. Temos a tarefa de engrossar nossas fileiras CUTistas com ampla visibilidade nas mobilizações previstas para o próximo período, algumas em conjunto com as demais Centrais Sindicais, conforme o calendário de lutas abaixo.

Atividades com prioridade imediata para a CUT:

 13/3 – Ato Nacional em defesa da Petrobras, dos Direitos e da Reforma Política – atos da CUT, com a FUP e Movimentos Sociais em todo o país (em especial nas capitais)

18/3 – Ato das Centrais Sindicais no Congresso Nacional 9/4 – 9ª Marcha da Classe Trabalhadora com todas as Centrais Sindicais – São Paulo/SP

1º/5 – Dia Internacional das trabalhadoras e dos trabalhadores com atos da CUT em todo o país Orientamos nossas Estaduais e Ramos da CUT para que se organizem para as manifestações, com as seguintes ações:

-realizar Plenárias Organizativas da Jornada de Lutas, para organizar os atos, convocando as demais Centrais e movimentos sociais, conforme o calendário de lutas acima;

– organizar mobilizações de rua, em locais estratégicos e de visibilidade, que permitam dialogar com os/as trabalhadores/as sobre a atual conjuntura;

– dar grande visibilidade à nossa Jornada de Lutas, nos espaços públicos, nos locais e trabalho, na mídia e nas redes sociais ampliando nosso poder de pressão junto aos/às governadores/as e deputados/as estaduais e federais, bem como a formação de nossas/os trabalhadoras/es das bases e da opinião pública;

-produzir materiais próprios que dialoguem com a base, com as diversas categorias e com as questões locais e estaduais; · informar a Secretaria Geral Nacional sobre as atividades programadas pelo email cut@cut.org.br.

Companheiras e Companheiros: para enfrentarmos a atual conjuntura, devemos aumentar nossa capacidade de pressão pela garantia de emprego e ampliação de nossos direitos: “Direito não se reduz, se amplia, Somos Fortes, Somos CUT!”

Da CUT